Filozefia

Novembro 25th, 2013

A filosofia, mãe da ciência moderna, alimenta discussões e origina pensamentos inspiradores há milhares de anos.

Desde os primórdios dos pensadores gregos até aos mais contemporâneos filósofos alemães, sempre se filosofou muito na Velha Europa.

Com o decorrer dos tempos, várias foram as áreas que derivaram da filosofia e inúmeras as linhas de pensamento registadas.

Ainda assim, há pouca documentação sobre algumas correntes de pensamento bem enraizadas em determinados povos, como é o caso da Filozefia, em Portugal.

A Filozefia, é uma derivação da filosofia clássica, por influência do Zé Povinho, sujeito maior do pensamento analítico lusitano.

Esta corrente de pensamento, apesar de variada no conteúdo, tem uma coerência formal digna de registo, pois segue sempre a mesma estrutura de pensamento.

Qualquer pensamento filozéfico abre a discussão com uma observação sagaz sobre um facto, um comentário sobre uma ocorrência mundana alegadamente problemática ou com uma pergunta inquietante.

O raciocínio continua, salientando, ou lamentando, invariavelmente que tal situação só seja possível de verificar em solo luso.

Finda a fase de contextualização, o filózefo sugere finalmente uma solução para o tema registado na primeira análise, de forma contundente.

Tudo isto num tom bastante apaixonado, eivado de substancial ira e indignação, como é apanágio dos filózefos.

Vejamos alguns exemplos de filozefia:

“Há muitos interesses nos incêndios, e enquanto não houver penalizações a sério vão continuar a existir em força. É o país que temos! Por mim, todos os suspeitos eram interrogados dentro de um panelão ao lume, com um caldo de álcool, cebola e pimenta, para lhes arder muito, chorarem baba e ranho e espirrarem tudo cá para fora! “

“Um psiquiatra violou uma paciente grávida, no consultório, e foi considerado inocente pelo tribunal. Isto só mesmo neste paíszinho! Deviam era debruar-lhe os tomates com arame farpado e encher-lhe a uretra de limalha, para aprender!”

“Os nosso politiqueiros mentem todos com quantos dentes têm e ninguém é preso? Só aqui em Portugal! Havia de haver quem lhes arrancasse os dentes, um a um, às fatias fininhas, com uma plaina, até ficarem só com gengivas, e ainda lhes esfregasse com um ouriço cacheiro nas amígdalas! “

Talvez já tenham assistido a algumas conversas filozéficas sem saber exatamente como as classificar.

Pois bem, agora já se sentirão muito mais confortáveis no sofá da vossa cultura geral.

Se quiserem partilhar connosco alguns pensamentos filozéficos, vossos ou de outros filózefos, por favor estejam à vontade.

Será sempre bom acrescentar mais uma pérola ao nosso belo colar do conhecimento.

Zé Povinho Mood´ys