Quando acaba a vodka…

Janeiro 6th, 2009
Em alguns países de Leste é usual o recurso à vodka como forma de combate ao frio intenso da região.
O pior é quando acaba a vodka!
Nesses casos, as pessoas têm que recorrer a meios muito pouco convencionais como, por exemplo, lareiras, para evitar a hipotermia.
O vídeo abaixo reporta um desses casos, em que duas pessoas tentam desesperadamente, depois de se verem privados de vodka, transportar lenha para se aquecerem.
Hoje, que voltamos a sentir no nosso País temperaturas bastante baixas, vejam este vídeo como um aviso e reforcem o vosso stock de vodka, para depois não terem que ir buscar lenha 😉

Seth MacFarlane

Janeiro 4th, 2009
Os Simpsons foram o advento de uma nova forma de fazer animação, irreverente, com uma crítica mordaz à sociedade, recorrendo frequentemente ao humor físico e não tendo medo de brincar com os principais tabus da sociedade e abanar com o status quo.
Alguns anos passaram desde o surgimento dos Simpsons (este ano já fazem 20 anos) e o humor de animação conheceu um crescimento e um reconhecimento muito grande, surgindo novos criadores e séries de igual qualidade.
Desde há uns anos para cá que sigo com muito prazer o trabalho de um magnífico criador de comédia de animação, que, para mim, se tem destacado de todos os outros pela quantidade e qualidade do seu trabalho, – Seth MacFarlane.
Este magnífico humorista é o criador de Family Guy (uma família disfuncional, surreal, com dois teenagers com os problemas típicos, um cão que fala e um bebé psicótico, liderada por um “chefe” de família completamente surpreendente), e de American Dad (outra família, esta mais conservadora, “chefiada” por um agente da CIA e com a particularidade de albergar um extraterrestre e um peixe alemão), duas séries com um humor desconcertante, surpreendente, delirante, irreverente e absolutamente delicioso.
Porquê falar de Seth MacFarlane agora?
Porque criou recentemente um site onde nos brinda com alguns “snacks” de animação fantásticos, onde destaco o do Super Mario (que se encontra abaixo), que é pura e simpesmente um “must see”.
Aviso no entanto, que, é preciso estar de mente bem aberta para admitir algum tipo de humor que se pode encontrar por estes sites.
É que para Seth MacFarlane não há, absolutamente, nenhumas barreiras, nenhum tabu, nada nem ninguém é intocável.
http://publish.vx.roo.com/SethMacFarlane/primary/viralPlayer//flashembed/

Um olhar sobre o ano que passou

Janeiro 2nd, 2009

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2639782&server=vimeo.com&show_title=1&show_byline=1&show_portrait=0&color=&fullscreen=1
One year in 40 seconds from Eirik Solheim on Vimeo.

Telerural a abrir o ano

Janeiro 1st, 2009
Não me podendo aventurar em grandes festas, devido à, já mais do que saturantemente falada, remoção dos dentes do siso, o destino após o jantar foi o ninho, onde, junto da minha família, comemorei a entrada em 2009.
Pouco passava da meia-noite, quando “tropeçamos” neste programa de televisão.
Posso-vos dizer que me ri como há muito tempo não me ria (pelo menos para dentro, porque para fora não podia porque me doía imediatamente a boca).
Foi talvez o programa ideal para me divertir num final de ano passado em casa e entrar em 2009 com melhor disposição do que saí de 2008.
Já não é de hoje a minha admiração pela dupla Quim Roscas/Zeca Estacionâncio, mas as personagens e os cenários montados para esta passagem de ano foram, a meu ver, muito bem conseguidos e vale a pena ver o programa do princípio ao fim.
Sei que não é uma dupla que gere consensos, mas eu confesso que a mim me divertem bastante com o seu género de comédia que mistura o nonsense com a brejeirice.

Programa de culto com utilidade

Dezembro 29th, 2008
Para desanuviar um bocadinho o clima, serve o presente post para comentar uma prenda natalícia que o meu grande irmão (não o programa, o meu irmão mesmo) me ofereceu.
O tão ansiado DVD de “O Tal Canal” foi uma bela surpresa no sapatinho e eu tenha a certeza que vou gostar imenso de rever este programa de culto, que tanto contribuiu para a minha incessante matraquilhada de parvoíces inter-neuroniais.
O que não estava nada à espera é que começasse a vê-lo nestas circunstâncias, em que, além do prazer que me vai dar, é muito útil que o tenha aqui acessível, porque senão não sabia MESMO o que haveria de fazer hoje à tarde.
A maior dificuldade será, certamente, conseguir parar, mas prometo que o faço para tomar os medicamentos.
Pela minha saúde!