Bed English

Outubro 11th, 2010

Este é mais um dos resultados visíveis da carreira académica (se é que lhe podemos chamar assim) do nosso primeiro-ministro.

Já lhe conhecíamos a faceta de linguista exímio dos seus discursos em castelhano escorreito, mas aqui o vemos no seu fluente inglês a discursar na Columbia University.

A pessoa que validou a sua passagem na disciplina de Inglês Técnico deve encontrar neste vídeo muitos motivos de orgulho… ou então se calhar não.

Na eventualidade de ter uma ínfima micro-molécula de consciência  poderá encontrar aqui justificação para se açoitar trezentas e vinte  e sete vezes ao dia, por ter aceite e corrigido positivamente um exame enviado por fax a um Domingo.

O conselho do ex-ministro da economia é que me parece que foi mal interpretado pelo nosso primeiro.

O que ele queria dizer é que ele deveria utilizar Bed English, arranjando quem com ele partilhasse a cama e durante o desfrute dos prazeres da carne lhe fosse segredando algumas coisas ao ouvido, em Inglês.

É um método que deve funcionar tão bem como aquelas cassetes antigas (do tempo dos walkman) para aprender línguas estrangeiras durante o sono, mas independentemente do que aprendesse sempre fazia melhor figurinha e ainda relaxava.

Fica a dica.

Gel vaginal anti-sida

Julho 20th, 2010

Segunda notícias recentes, foi descoberto um gel vaginal que reduz em 54% o risco de contaminação com o vírus da sida, entre mulheres com parceiros infectados.

O estudo teve a duração de um ano, e a versão oficial é de que essa redução de risco de contágio acontece porque o gel contém uma pequena percentagem do anti-retroviral tenofovir, mas eu acho que os resultados obtidos têm outra explicação.

Toda a gente sabe que as mulheres são, de forma geral, extremamente vaidosas.

Por isso, não tenho dúvidas de que as mulheres sujeitas a este estudo, aproveitaram o acesso a esse gel para deixar crescer as pilosidades púbicas e fazer criativos penteados.

Esses penteados dificultam de sobremaneira a cópula, logo, diminuem drasticamente as hipóteses de contaminação.

Qualquer outra conclusão não passará, à partida, de especulação e conversa pseudo-científica.

Esperma importado

Maio 1st, 2010

Meus amigos, a crise é muito mais profunda do que eu imaginava.

Ao que parece temos falta de “liquidez” no mercado espermatozóidal e portanto temos que recorrer ao esperma estrangeiro!

Se até esperma importamos, como é que podemos almejar a equilibrar a balança comercial e reduzir o défice externo?

Acho que agora é indesmentível que já estamos apanhados pelos c0£#õ€s!

Será esta uma explicação válida para aqueles que têm a sensação de que há cada vez mais espanhóis em Portugal?

A boa notícia será que, cumprindo-se o mito, o índice de homens cegos em Portugal deve ter baixado drasticamente.

Numa área em que tínhamos tanto potencial (recordo-me assim de repente de nomes como Zézé Camarinha, Vitor Espadinha ou Capitão Roby) restam-nos duas hipóteses: ou damos a mão à palmatória e reconhecemos que hoje em dia os estrangeiros nos estão a bater aos pontos, ou então metemos mãos à obra e invertemos esta tendência.

Isto põe em causa a continuidade da genética do verdadeiro macho tuga, mas se todos dermos uma mãozinha, voltaremos a ter as cidadãs portuguesas fertilizadas pelo bom velho espermatozóide lusitano, que tantos bigodes deu no passado.

Pinocada

Abril 26th, 2010

Sexo na mata

Março 24th, 2010

Não é novidade para ninguém o recurso a locais ermos, normalmente no monte, para práticas sexuais de casais, que vêem nesses locais o sítio ideal para fazer o chamado amor.

O que é novidade, isso sim, é a forma como algumas autarquias responderam ao excesso de população a recorrer a estes sítios.

Na localidade inglesa de Darwen, Lancashire, foram recentemente “limpos” 12 hectares de floresta, tendo sido abatidas cerca de 6.000 árvores, para evitar que a região virasse um motel a céu aberto.

Parece-me que esta medida vai contra todas as políticas de protecção ambiental e, mais importante ainda, de incentivo ao aumento da natalidade e do bem-estar cardiovascular dos cidadãos de Darwen.

É por isso que depois é necessário recorrer a pavilhões industriais, como já aconteceu no Japão, onde 500 pessoas quase se acotovelam para ter um espacinho onde possam relacionar-se intimamente com a pessoa amada.

Vendo as imagens, salta ao olho (passe a expressão) a falta de ambiente e a frieza do cenário, que seria concerteza enriquecido pela envolvente propiciada pela Natureza para tão terno momento.