Técnica para medicina dentária

Junho 19th, 2009
Hoje apetece-me dar um contributo para a evolução da técnica dos médicos dentistas.
Apercebi-me ontem que, ao invés de passarem o tempo todo a pedir aos pacientes para abrir a boca, facilitar-lhes-ia imensamente a vida se lhes mostrassem a conta que vão pagar, no momento em que se sentam na cadeira do consultório.
Se todos forem como eu ficam logo de queixo caído.
E até acho que deve funcionar como anestésico local com efeito imediato e tudo!
Depois restar-lhes-ia trabalhar, descansadinhos e relaxados como convém, com o paciente em estado de pasmo, de boca aberta e sem reacção.

Ragranada

Dezembro 30th, 2008
Era bom que eu estivesse aqui a escrever “as piores expectativas confirmaram-se”, isso quereria dizer que teria que remover um dente do siso.
Qual não foi a minha surpresa quando o meu dentista me confirmou esse diagnóstico, adornando-o um bocadinho mais com o acrescento de mais um dente do siso, ou seja, vou ter que remover simultaneamente dois dentes do siso.
Está já tudo marcado para amanhã e vou ter que tomar uma bateria de antibióticos reforçada para preparar esse belo momento.
Vão ser os dentes do siso do lado esquerdo, o superior e o inferior.
A consequência disso é que abordarei o novo ano como se tivesse experimentado um novo gadget de James Bond, para ser usado nesta época natalícia:

A Ragranada

Muito similar a uma típica rabanada, quando trincada pelo alvo rebentar-lhe-ia parte da boca.
Se calhar era mais rápido e sabia melhor.
Talvez não fosse fácil atingir um nível de eficácia que permita escolher qual os dentes que seriam rebentados, mas também não se pode ter tudo!
Fica a sugestão para os nosso investigadores de cirurgia dentária, ou para o SIS.

Beijos demorados causam surdez

Dezembro 21st, 2008
Estamos mal!
Agora até os beijos demorados podem ser prejudiciais para a nossa saúde.
Uma jovem chinesa ficou surda por causa de um beijo demorado.
Eu julgava que o nosso corpo tinha formas mais simpáticas de avisar quando exageramos.
Uma cãibra na língua ou uma distensão momentânea dos músculos faciais era concerteza menos marcante que uma surdez.
Já não se pode estar à vontade nas relações íntimas, e o mesmo se pode aplicar, se calhar, às relações sociais em geral.
Pode ser que um dia descubram que um aperto de mão veemente origine a quebra do hímen, que os abraços fortes provoquem o cancro da próstata, ou que um espirro em público dê origem a uma gravidez.
E aí quero ver quem é que poderá voltar a dizer mal da revista Maria e da sua, tão pertinente e tantas vezes vilipendiada, secção de perguntas.