Bohemian Rhapsody em ukelele

Fevereiro 15th, 2011

Fiquei maravilhado quando vi esta transposição fantástica do clássico Bohemian Rhapsody dos Queen para ukelele.

A música é bastante complexa e cheia de nuances, o que torna a  performance de Jake Shimabukuro, absolutamente sublime.

Vale a pena ver e ouvir.

Sway

Dezembro 11th, 2010

Quando uma pessoa passa um dia febril, enfiado na cama, acontecem duas coisas: sua-se imenso e aparvalha-se muito.

Como parvoíce sempre foi coisa que não me faltou, a vontade de partilhar convosco a música do seguinte vídeo, só pode ser consequência do muito que suei.

Música no coração

Dezembro 6th, 2010

O filme “Música no Coração“, além de ter ganho o Óscar para melhor filme em 1966, marcou profundamente a minha geração.

Quem tem a minha idade já teve que ver este filme e  através das músicas intemporais, da narrativa tocante, das belas paisagens alpinas, ou, quanto mais não seja, pela incessante repetição em época natalícia, recorda-o seguramente, com mais ou menos saudade.

O que se calhar pouca gente sabe é que a família Von Trapp existe na vida real, e que o filme surge de uma adaptação de um livro escrito pela própria Maria Von Trapp em 1949.

Para os adeptos mais fervorosos do filme, existe a possibilidade de visitarem os sítios onde o filme foi rodado, verem um musical adaptado do filme em Graz ou na Broadway e até comprar on-line toda a memorabilia relacionada com o filme.

Para quem apenas tiver uma ligeira saudadesinha e o quiser relembrar, é uma questão de estar atento, porque nos próximos dias deve aparecer na programação de um qualquer canal português.

Mayra Andrade

Setembro 10th, 2010

O fim de semana aproxima-se a uma velocidade caracolesca, numa estratégia retorcida para aumentar o valor que lhe atribuímos.

Este parece que ainda faz a viagem no tempo mais devagar do que o normal, carregado de sadismo, porque sabe que trás consigo um grande momento.

No Theatro Circo, este sábado à noite, vou ter a oportunidade de tornar a ouvir uma das mais bonitas vozes que já ouvi ao vivo, com participação especial da minha companhia preferida, ao meu lado na primeira fila.

É um concerto com simbolismo para nós, porque foi precisamente ao som de Mayra Andrade que trocamos as primeiras palavras e olhares, o primeiro instante partilhado, num rio de momentos que se perspectiva de longo caudal.

É favor acelerar então a chegada desse sábado, porque eu não consigo deixar de trautear esta música e se um polícia me tenta multar pode pensar que lhe estou a dar música.

Alive

Julho 12th, 2010

O fim-de-semana que acabou ontem foi muito especial para mim, uma espécie de regresso ao passado, ao campismo, aos festivais e à música que ouvia quando acampava assiduamente.

Já não me lembrava de passar uma noite numa tenda, mas as excelentes instalações do Lisboa Camping, a proximidade do sítio para onde ia à noite e o transporte garantido entre os dois espaços, foram bons argumentos para me fazer voltar ao campismo.

O mote para este regresso foi um festival, onde o destaque do último dia cabia a uma banda com muito significado para mim, que me acompanhou durante toda a adolescência, que seguia sempre comigo nas cassetes que ouvia nessa altura, e que ficará para sempre associada às intermináveis noites de férias e acampamentos da minha juventude.

Ainda hoje é a banda que mais mexe comigo, porque me recorda um enorme rol de experiências, estórias, aventuras e descobertas, e tem o condão de me transportar o espírito para esses tempos.


Para grande alegria minha, os Pearl Jam deram em Algés um concerto memorável, apareceram numa forma fenomenal, com um desfilar interminável de clássicos do seu reportório, com a entrega e a paixão habituais, que enchem a alma.

Depois de milhares de horas a escutá-los ou a vê-los na televisão, esta foi a primeira vez que os vi ao vivo e por isso foi um momento ainda mais significativo para mim, que, apesar de não ser nada dados a idolatrias, os tenho em tão alta estima.

Senti-me outra vez jovem durante este fim-de-semana, relaxado, despreocupado, livre e muito feliz, enfim, senti-me… alive!