Tradução Português-Português

Novembro 21st, 2008
O Português e o Português Brasileiro têm bastantes diferenças.
Isso já toda a gente sabe.
Mas nunca pensei ver ninguém a traduzir para a imprensa portuguesa o que um brasileiro acabou de dizer.
Vejam isto.

Brasil, 6 – Portugal, 2

Novembro 20th, 2008

Primeiro isto, depois isto.

A seguir brindaram-nos com isto.
Agora… 6 na marmita??????
Valha-nos a fraquíssima consolação de ter ganho a Malta e às Ilhas Faroé, e de que este jogo não era a sério.
Mas nem a brincar se admite!
Eu até sou um tipo que tenta sempre ver o lado positivo das coisas, mas é por demais notório que este copo está muito longe de estar meio cheio.
Estou muito triste. Batemos no fundo!
Pode ser que esta música anime e a fotografia acima distraia.

Vale tudo para marcar

Novembro 18th, 2008
No jogo que opôs o Catania ao Torino na jornada deste fim de semana da Série A (que ficou 3-2 para o Catania, já agora) um dos golos foi marcado de livre directo por Mascara.
Até aqui tudo bem.
O insólito desta jogada está no facto de um dos jogadores do Catania (Plasmati) ter corrido até ao interior da área com mais três colegas para dificultar a visão do guarda-redes do Torino.
Só que foi mais longe na tentativa de o distrair e baixou os calções!
Foi golo, porque aparentemente não violou nenhuma regra.
Podem ver o vídeo aqui.

P.S. – Mas tirar a camisola quando se festeja um golo não vale. Dá amarelo!

Período de descontos

Novembro 7th, 2008
Não, não vou falar de saldos!
Ontem e anteontem (ou antes d’ontem se preferirem) assisti a dois jogos de futebol que me fizeram pensar na justiça do desporto e na ténue linha entre o total descrédito e a glória.
Na quarta-feira o FCPorto fez uma péssima exibição.
Num lance furtuito, em período de descontos, marcou o golo que lhe deu a vitória e que o pôs numa posição muito boa de passar à fase seguinte.
Ontem o SCBraga fez uma (improvável) excelente exibição frente a um gigante do futebol mundial e, em período de descontos, vê um golo indefensável entrar na sua baliza.
O contraste de emoções no final dos jogos entre os vitoriosos e os derrotados levou-me a pensar (e isso, convenhamos, além de raro pode ser até perigoso).
Uma fracção de segundo, uma só decisão e consequente única acção, altera todas as expectativas, premeia ou castiga em demasia todo o trabalho passado, influencia decisivamente o futuro de um grupo e de todos que o seguem.
Este jogo é bonito também por isto, mas por vezes é tão injusto!