Comida processada

Abril 12th, 2013

Eu gosto muito de comer, mas há um tipo de alimentos que tenho alguma relutância em ingerir: a comida processada.

Sempre ouvi dizer que onde há fumo há fogo e se essa comida foi processada foi porque fez mal a alguém.

O problema é que ficamos sempre sem saber que tipo de mal fez, porque não aparece nada escrito nos rótulos (o que está mal e a ASAE devia ver essa questão, que seguramente lhes escapou).

Fico sempre inquieto na altura de abrir a boca para ingerir comida que sei que foi processada, porque uma coisa é um alimento ser processado por fraude gustativa – porque disse que sabia a uma coisa e afinal tinha outro sabor -, outra coisa é saber que determinada comida foi processada porque há fortes indícios de ter causado a morte de alguém.

Ainda assim, e apesar das dúvidas que remanescem no meu espírito – e que causam uma pontinha de remorso aqui e ali -, continuo a acreditar que a comida tem direito à sua presunção de inocência até prova em contrário.

É por esse motivo que continuo a consumir snacks, gomas, gelados, bolachas e refeições ultracongeladas, até que se prove que a comida é de facto culpada dos crimes que a acusam.

Acredito e sou defensor dos direitos fundamentais dos cidadãos de todos os géneros, e acho que esses mesmos direitos devem ser alargados também aos géneros alimentícios.

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Xiripiti

Março 28th, 2013

É uma bebida doce mas potente, que é servida fria mas que aquece bem lá dentro.

Trata-se de uma especialidade do restaurante A Cabana, e tem este rótulo fantástico, que vale a pena ler.

Nota da redação: o Ninho de Pássaro recomenda a ingestão responsável de bebidas alcoólicas.

Ou não 😉

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Instantâneos de fim de ano

Dezembro 28th, 2011

Novo conceito de barbeiro bracarense

Circo ortográfico

Arte em abóboras

Outubro 30th, 2011

O Halloween é supostamente uma festa assustadora, em que as pessoas abrem a boca para gritar, à medida que vão sendo assustadas.

Não ligo muito a esta data, e acho até que é uma americanice pegada, que nada tem a ver connosco, e o que acho verdadeiramente assustador é que nos deixemos contagiar desta forma por estas tradições importadas.

Desta vez, no entanto, não pude deixar de abrir a boca – mas de espanto – perante as verdadeiras obras de arte que Ray Villafane faz, usando abóboras como matéria prima.

São esculturas absolutamente surpreendentes, de uma qualidade assustadora, mesmo para a época festiva em questão.

Visitando o seu site, descobri que este artista também tem obras notáveis esculpindo areia e que também faz brinquedos.

Um artista de mão cheia, dir-se-ia usando a gíria popular, e por isso não posso deixar de partilhar convosco uma mão cheia de fotografias do seu trabalho e mais uma – à Paulo Futre, só porque me apeteceu.

Encontrarão muito mais no site, que vale bem a pena visitar.