Oscares 2011

Fevereiro 27th, 2011

Hoje é dia de entrega de Oscares, a festa do cinema à escala global, a que todos os amantes de cinema estão atentos.

Todos terão os seus palpites e/ou preferidos e eu não fujo à regra, por isso vou deixar aqui uma listagem com os nomes daqueles que são, para mim, os eleitos para vencer as estatuetas douradas deste ano, nas categorias principais.

Melhor Actor – Colin Firth (O Discurso do Rei)

Melhor Actriz – Natalie Portman (Cisne Negro)

Melhor Actor Secundário – Christian Bale (The Fighter – O Último Round)

Melhor Actriz Secundária – Hailee Steinfeld (Indomável)

Melhor Realizador – Darren Aronofsky (Cisne Negro)

Melhor Argumento Original – Christopher Nolan (A Origem)

Melhor Argumento Adaptado – Joel Cohen, Ethan Cohen (Indomável)

Melhor Filme de Animação – Toy Story 3

Melhor Filme Estrangeiro – Fora da Lei (não vi Biutiful, que a crítica é unânime a apontar como favorito, rai’s parta a crítica que vê os filmes todos e depois nos põe com vontade de também os ver!)

Melhor Banda Sonora – Alexandre Desplat (O Discurso do Rei)

Melhor Fotografia – Danny Cohen (O Discurso do Rei)

Melhor Filme – Cisne Negro

 

Bohemian Rhapsody em ukelele

Fevereiro 15th, 2011

Fiquei maravilhado quando vi esta transposição fantástica do clássico Bohemian Rhapsody dos Queen para ukelele.

A música é bastante complexa e cheia de nuances, o que torna a  performance de Jake Shimabukuro, absolutamente sublime.

Vale a pena ver e ouvir.

“Lago dos Cisnes” no gelo

Novembro 22nd, 2010

Tive este domingo o privilégio de assistir no Coliseu do Porto a um espectáculo memorável: o “Lago dos Cisnes” no gelo.

Assisti maravilhado – por vezes boquiaberto – a duas horas de espectáculo em que a obra clássica de Tchaikovsky é levada a um palco gelado, para aí ser bailada por um elenco de excelentes executantes da patinagem artística, num espectáculo fluido, dinâmico e empolgante, muito bem coreografado, com guarda roupa e cenários exemplares e onde os efeitos especiais de luz, fogo e voo estão também presentes de forma exuberante.

A produção é da Imperial Ice Stars e se tiverem oportunidade de o ver, façam-no sem reservas (convém no entanto reservar o bilhete, pelo sim pelo não, apesar de irem sem reservas… enfim… confusão linguística que não interessa para nada), mas levem um agasalho porque é um bocadinho frio lá dentro.

Mayra Andrade

Setembro 10th, 2010

O fim de semana aproxima-se a uma velocidade caracolesca, numa estratégia retorcida para aumentar o valor que lhe atribuímos.

Este parece que ainda faz a viagem no tempo mais devagar do que o normal, carregado de sadismo, porque sabe que trás consigo um grande momento.

No Theatro Circo, este sábado à noite, vou ter a oportunidade de tornar a ouvir uma das mais bonitas vozes que já ouvi ao vivo, com participação especial da minha companhia preferida, ao meu lado na primeira fila.

É um concerto com simbolismo para nós, porque foi precisamente ao som de Mayra Andrade que trocamos as primeiras palavras e olhares, o primeiro instante partilhado, num rio de momentos que se perspectiva de longo caudal.

É favor acelerar então a chegada desse sábado, porque eu não consigo deixar de trautear esta música e se um polícia me tenta multar pode pensar que lhe estou a dar música.

Alive

Julho 12th, 2010

O fim-de-semana que acabou ontem foi muito especial para mim, uma espécie de regresso ao passado, ao campismo, aos festivais e à música que ouvia quando acampava assiduamente.

Já não me lembrava de passar uma noite numa tenda, mas as excelentes instalações do Lisboa Camping, a proximidade do sítio para onde ia à noite e o transporte garantido entre os dois espaços, foram bons argumentos para me fazer voltar ao campismo.

O mote para este regresso foi um festival, onde o destaque do último dia cabia a uma banda com muito significado para mim, que me acompanhou durante toda a adolescência, que seguia sempre comigo nas cassetes que ouvia nessa altura, e que ficará para sempre associada às intermináveis noites de férias e acampamentos da minha juventude.

Ainda hoje é a banda que mais mexe comigo, porque me recorda um enorme rol de experiências, estórias, aventuras e descobertas, e tem o condão de me transportar o espírito para esses tempos.


Para grande alegria minha, os Pearl Jam deram em Algés um concerto memorável, apareceram numa forma fenomenal, com um desfilar interminável de clássicos do seu reportório, com a entrega e a paixão habituais, que enchem a alma.

Depois de milhares de horas a escutá-los ou a vê-los na televisão, esta foi a primeira vez que os vi ao vivo e por isso foi um momento ainda mais significativo para mim, que, apesar de não ser nada dados a idolatrias, os tenho em tão alta estima.

Senti-me outra vez jovem durante este fim-de-semana, relaxado, despreocupado, livre e muito feliz, enfim, senti-me… alive!