Instantâneos d’ouro

Novembro 29th, 2010

No último fim-de-semana tive o prazer de regressar ao Douro e passear por aquela região fértil em paisagens deslumbrantes, como esta em que uma “ilha” emerge no meio de um mar de nuvens.

Mas nem tudo foi tão bonito.

Ao chegar ao hotel deparei-me com o aviso abaixo, que me deixou em pânico.

Fiquei atrapalhado porque o selo já estava quebrado quando o vi e não tinha como provar que não fui eu a quebrá-lo, mas acima de tudo fiquei extremamente nervoso porque não faço ideia de como iria arranjar dez mil escudos, caso fosse apanhado.

Felizmente correu tudo bem e ninguém me multou ou pediu escudos, e portanto continuamos serenamente até que este anúncio num prédio me captou a atenção.

É impressionante a capacidade edificadora do Homem, capaz de fazer apartamentos com esta dimensão!

Não sei como será viver num T3 mais mil novecentos e sessenta e oito milhões novecentos e quinze mil seiscentos e noventa e quatro, mas acho que são divisões a mais para tão poucas janelas.

Enfim, cada um saberá da luminosidade que necessita para viver e há até quem prefira a luz artificial, mas ainda assim aflige-me pensar no tempo necessário para a limpeza de tantos quartos.


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