Alive

Julho 12th, 2010

O fim-de-semana que acabou ontem foi muito especial para mim, uma espécie de regresso ao passado, ao campismo, aos festivais e à música que ouvia quando acampava assiduamente.

Já não me lembrava de passar uma noite numa tenda, mas as excelentes instalações do Lisboa Camping, a proximidade do sítio para onde ia à noite e o transporte garantido entre os dois espaços, foram bons argumentos para me fazer voltar ao campismo.

O mote para este regresso foi um festival, onde o destaque do último dia cabia a uma banda com muito significado para mim, que me acompanhou durante toda a adolescência, que seguia sempre comigo nas cassetes que ouvia nessa altura, e que ficará para sempre associada às intermináveis noites de férias e acampamentos da minha juventude.

Ainda hoje é a banda que mais mexe comigo, porque me recorda um enorme rol de experiências, estórias, aventuras e descobertas, e tem o condão de me transportar o espírito para esses tempos.


Para grande alegria minha, os Pearl Jam deram em Algés um concerto memorável, apareceram numa forma fenomenal, com um desfilar interminável de clássicos do seu reportório, com a entrega e a paixão habituais, que enchem a alma.

Depois de milhares de horas a escutá-los ou a vê-los na televisão, esta foi a primeira vez que os vi ao vivo e por isso foi um momento ainda mais significativo para mim, que, apesar de não ser nada dados a idolatrias, os tenho em tão alta estima.

Senti-me outra vez jovem durante este fim-de-semana, relaxado, despreocupado, livre e muito feliz, enfim, senti-me… alive!


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