O Sousa

Abril 12th, 2010

O gosto é duvidoso, é assumidamente parolo, brejeiro até dizer chega, mas há uns anos atrás ouvi esta rábula repetida vezes sem conta, em viagens de autocarro intermináveis com a Tuna, e achávamos um piadão.

Mas eu julgo que só achávamos tanta piada a isto porque padecíamos de secura de garganta, e o método que nos parecia mais correcto na altura era o encharcamento com álcool, sofrendo posteriormente dos efeitos secundários dessa prática medicinal.

Inexplicavelmente, e sem nenhum “cheirinho” no café hoje de manhã, apeteceu-me tornar a ouvir a estória do Sousa.

Oubinde bós taumbeim, canudo!


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