Dow’s Vintage 2007

Março 30th, 2010

A excelência deve ser sempre realçada, principalmente quando é produzida cá em Portugal e reconhecida internacionalmente.

O vinho do Porto Dow’s Vintage 2007 receberá a nota máxima (cem pontos), na edição de Maio da revista Wine Spectator.

Esta avaliação ganha especial importância se tivermos em consideração que nenhum vinho mereceu esta distinção em 2009, e que apenas um alcançou esta marca em 2008.

Está portanto de parabéns a empresa produtora deste vinho, que assim contribui também para a promoção turística da região do Douro, sendo mais um excelente exemplo do bom trabalho que por lá se vai desenvolvendo.

Não sei se toda a produção já terá destinatário, mas se encontrarem alguma garrafa perdida não se esqueçam que eu sou possuidor de um centro de abrigo para vinhos de excelência, onde ela será muito bem tratada.

Psiu… já é Primavera!

Março 29th, 2010

Queria só deixar uma nota a quem regula isto tudo, para que não se esqueça de adiantar o relógio.

Aproveito também para alertar que já chegou a Primavera.

É que me parece que alguém com muita responsabilidade anda bastante distraído, e com esta chuva toda temo que tenha o livro de reclamações encharcado e portanto fica aqui o aviso.

Eu uma vez também deixei uma torneira aberta e é uma chatice quando a gente se apercebe dos estragos depois.

Vá lá ver isso e desligue a torneirinha, que as flores querem sair cá para fora, tá bem?

Mapa etno-musical de Portugal

Março 26th, 2010

Muito interessante o mapa etno-musical de Portugal, que pode ser encontrado no site do Instituto Camões, concebido pelo mítico Júlio Pereira, que foi responsável pela selecção dos exemplos musicais, contando ainda com  redacção de João Luís Oliva e ilustração de Sara Nobre.

É uma maneira muito fácil e intuitiva de percorrer o país, conhecendo a sua música e instrumentos tradicionais.

Excelente para mostrar aos mais novos e recordar os mais velhos e, acima de tudo, extremamente útil para ajudar preservar a memória das nossas tradições e divulgá-las, para que não esmoreçam.

Pepsi White e Ice Cucumber

Março 26th, 2010

Isto o que é? É Coca-Cola ou Pepsi?

Desconfio que esta pergunta deixará brevemente de fazer sentido.

Já aqui falei de sabores “esquisitos”, nas batatas fritas e nas alheiras, mas agora foi a Pepsi que embarcou nesta nova vaga, de busca de sabores diferentes.

Ainda só são comercializados no mercado asiático os novos sabores da Pepsi: White (com sabor a Pepsi e iogurte) e Ice Cucumber (com sabor fresco a pepino).

E que inveja que eu tenho das senhoras e senhores asiáticos que têm a oportunidade de misturar iogurte ou pepino na sua Pepsi-Cola!

Ou não… se calhar vai-se a ver e até não tenho tanta inveja como isso.

Na realidade até nem tenho inveja nenhuma.


Ao olhar para as embalagens não consigo deixar de pensar que a Pepsi White poderá ser um tributo da marca ao falecido Michael Jackson, com esta modificação radical de côr.

Também me parece que a Pepsi Ice Cucumber esconde as suas verdadeiras intenções comerciais e  será uma tentativa encapotada do Tantum Verde entrar no mercado asiático.

Seja como for, serão concerteza sabores de pôr os olhos em bico!

P.S. – Este cliché final é de um brilhantismo!… ah ah ah… ai, a velha escola da paródia revisteira à portuguesa… eh eh eh… é de rir à gargalhada… eh eh eh… ai ai!).

Sexo na mata

Março 24th, 2010

Não é novidade para ninguém o recurso a locais ermos, normalmente no monte, para práticas sexuais de casais, que vêem nesses locais o sítio ideal para fazer o chamado amor.

O que é novidade, isso sim, é a forma como algumas autarquias responderam ao excesso de população a recorrer a estes sítios.

Na localidade inglesa de Darwen, Lancashire, foram recentemente “limpos” 12 hectares de floresta, tendo sido abatidas cerca de 6.000 árvores, para evitar que a região virasse um motel a céu aberto.

Parece-me que esta medida vai contra todas as políticas de protecção ambiental e, mais importante ainda, de incentivo ao aumento da natalidade e do bem-estar cardiovascular dos cidadãos de Darwen.

É por isso que depois é necessário recorrer a pavilhões industriais, como já aconteceu no Japão, onde 500 pessoas quase se acotovelam para ter um espacinho onde possam relacionar-se intimamente com a pessoa amada.

Vendo as imagens, salta ao olho (passe a expressão) a falta de ambiente e a frieza do cenário, que seria concerteza enriquecido pela envolvente propiciada pela Natureza para tão terno momento.