Regresso de férias

Agosto 24th, 2009
O que é bom acaba rapidamente, ou pelo menos deixa essa sensação.
Mais do que um prazer pessoal, o dolce fare niente é um dom intrínseco que cultivo com muito gosto e no qual me tenho aperfeiçoado.
Desenvolvo a actividade de “não fazer absolutamente nada” com bastante vontade e dedicação, e por isso faço-o melhor que ninguém!
Tenho jeito para isto, quase me atreveria a chamar-lhe vocação, e portanto as coisas correm, naturalmente, bem.
O roteiro desta vez incluiu Afife, Viana do Castelo, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Porto, Gaia, Nazaré, Alcobaça, Osso da Baleia, Figueira da Foz e Aveiro, com dois “quartéis-generais”: primeiro em Mindelo e depois em São Pedro de Moel.
Foram dez dias muito bem passados, em boa companhia e que deixaram a vontade de voltar a visitar muitos destes sítios, o que, só por si, ilustra bem o quão satisfeito estou.
Depois vem a sensação boa do regresso ao ninho, às nossas coisas, ao nosso espaço, ao nosso conforto.
Hoje vem o regresso dos mails, telefonemas, contactos, planos e reuniões, mas com as baterias carregadas e, portanto, com o optimismo e alegria habitual.

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