Exercício de relaxamento

Agosto 30th, 2009
Para quem está de regresso ao trabalho e ao stress quotidiano, proponho um pequeno exercício de relaxamento, que sugiro que seja feito já em casa, ao fim do dia, aproveitando o calor que ainda vamos tendo:
1) sente-se confortavelmente;
2) descalce-se;
3) ponha-se “à vontade” – tire a camisa ou desabotoe o colarinho, desaperte as calças ou a saia;
4) ligue o som do computador (se tiver sistema surround, melhor);
5) relaxe e aprecie.
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HAWAII BEACHES – RELAXATION NATURE – MUSIC VIDEO – PT 4 of 4 from Greg Voevodsky on Vimeo.

Hans Brinker Budget Hotel

Agosto 27th, 2009
“Bem ou mal, o que importa é que falem de mim.”
Esta máxima parece ter sido levada à letra pelo Hotel Hans Brinker, que ostenta orgulhosamente o epíteto de “pior hotel do mundo”.
O hotel fica situado bem próximo da movida de Amesterdão e não tem ar condicionado, minibar, parque de estacionamento, serviço de quartos ou sauna.
Orgulha-se de ter um péssimo serviço, camas duras e pequenos almoços de ainda pior qualidade, até porque isso torna-o, acidentalmente, num hotel com preocupações ecológicas.
O vídeo abaixo é um passeio virtual agradável que demonstra a seu eco-compromisso.
Certo é que é dificílimo arranjar vaga no hotel e que é um fenómeno de popularidade por todo o mundo.
O marketing a funcionar em pleno, portanto.
Estão de parabéns os criativos que engendraram esta campanha e fica então a dica de mais um pretexto para ir a Amsterdão, para quem queira uma coisa… vá lá… diferente.

Gripe dos Porcos

Agosto 25th, 2009
A Gripe A foi primeiramente denominada de Gripe Mexicana, Gripe Suína e houve quem a chamasse também de Gripe dos Porcos.
Vem-se agora a descobrir que estes últimos é que tinham toda a razão.
Porque a denominação correcta deve descriminar o facto de esta ser uma gripe que é mais facilmente transmissível a quem é Porco (com maiúscula e tudo) e nem sequer sabe lavar as mãos como deve ser.
Pelo menos assim o entende o Ministério da Saúde, que lançou este panfleto para ensinar os portugueses a lavar as mãos e deixarem de ser Porcos.

Outras recomendações que poderão aparecer em futuros panfletos do Ministério da Saúde:
– evite arrotar em público;
– tente não cuspir para a via pública (utilize escarradores portáteis),;
– retenha a flatulência em locais frequentados,;
– não ingira secreções nasais (principalmente se as catar de narizes de outras pessoas);
– urine e/ou defeque somente em sítios sinalizados para o efeito (procure palavras chave como WC, sanitários ou lavabos);
– evite tascas insalubres e mercearias manhosas;
– depois de coçar as partes baixas mantenha as mãos fora do contacto com a sua boca ou a de outras pessoas (se atender público, pura e simplesmente não coçe as partes baixas, por muito que lhe custe);
– não compre serviços sexuais em pinhais ou em bermas de estrada;
– rape o bigode.

Enquanto não saem novos panfletos leiam bem este e lavem as mãos em condições.
Seus Porcos! 🙂

P.S. – Informações úteis aqui.

Compradores insistentes

Agosto 25th, 2009
Tenho reparado que há cada vez mais pessoas que teimam em verificar a informação recebida e a insistir em obter aquilo que procuram.
Acho natural que as pessoas se queiram certificar de que ouviram correctamente, e até que exprimam a sua imensa vontade em obter o produto que desejam, mas para quem atende o público não pode haver nada mais irritante do que um comprador que entra num diálogo deste género:

– Bom dia!
– Bom dia. Queria um cabritinho para duas pessoas por favor.
– Cabrito já não temos. Sugiro a vitela que está a sair quentinha.
– Já não tem cabrito?
– Não. Foi um dia com bastante procura e o cabrito acabou há uma hora mais ou menos.
– Não tem só um bocadinho? É que eu gosto muito e vim cá de propósito por isso.
– Compreendo e peço desculpa, mas não temos mesmo. No forno a lenha, neste momento já só temos frango e vitela, mas se preferir outros pratos poderá consultar qualquer um da lista.
– Sabe que eu já venho aqui há muitos anos, até já estive aqui uma vez com o dono e tudo… adoro o vosso cabrito.
– Pois, de facto é muito bom, mas infelizmente já não temos mais hoje.
– Não consegue falar com o patrão a ver se se consegue só meia dose ou assim? Diga-lhe que é para mim que ele conhece-me. Estive cá o ano passado…
– Não vai ser possível, é que já acabou há algum tempo. Para nós era muito bom se ainda tivéssemos, mas não vai ser possível…
– Faça-me um favor e pergunte na cozinha se não sobrou um bocadinho só… eu nem estou com muita fome e queria muito comer cabrito.
[O empregado vai e volta com mais informação]
– Lamento mas não há mesmo nem mais um bocadinho de cabrito e infelizmente a vitela também já acabou.
– Oh! Não se arranja nem um bocadinho de vitela?

Regresso de férias

Agosto 24th, 2009
O que é bom acaba rapidamente, ou pelo menos deixa essa sensação.
Mais do que um prazer pessoal, o dolce fare niente é um dom intrínseco que cultivo com muito gosto e no qual me tenho aperfeiçoado.
Desenvolvo a actividade de “não fazer absolutamente nada” com bastante vontade e dedicação, e por isso faço-o melhor que ninguém!
Tenho jeito para isto, quase me atreveria a chamar-lhe vocação, e portanto as coisas correm, naturalmente, bem.
O roteiro desta vez incluiu Afife, Viana do Castelo, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Porto, Gaia, Nazaré, Alcobaça, Osso da Baleia, Figueira da Foz e Aveiro, com dois “quartéis-generais”: primeiro em Mindelo e depois em São Pedro de Moel.
Foram dez dias muito bem passados, em boa companhia e que deixaram a vontade de voltar a visitar muitos destes sítios, o que, só por si, ilustra bem o quão satisfeito estou.
Depois vem a sensação boa do regresso ao ninho, às nossas coisas, ao nosso espaço, ao nosso conforto.
Hoje vem o regresso dos mails, telefonemas, contactos, planos e reuniões, mas com as baterias carregadas e, portanto, com o optimismo e alegria habitual.