Gel para o Reveillon

Dezembro 31st, 2008

Encontrei numa farmácia o gel ideal para quem vai hoje festejar a entrada no novo ano.
O nome diz tudo mas vou especular um pouco sobre como poderia ser vendido este produto.
Reparem como são bonitas as seguintes frases publicitárias:

“Para a festa ser total, use Parodium – gel gengival.”
“Certeza de animação. Parodium para o folião.”
Parodium na gengiva, e divirta-se como uma diva!”
“O Reveillon verdadeiro? Leve Parodium. Seja galhofeiro!”

Se sou apanhado pelo departamento de marketing do Parodium nunca mais me largam de certeza, tão fantásticas e plenas de regabofe são estas frases publicitárias.
Por isso não se esqueçam do Parodium em casa e divirtam-se muito na entrada em 2009, que espero que vos traga muitas felicidades e a concretização de todas as vossas expectativas.
Até para o ano!
Que ano?
O ano.

Ragranada

Dezembro 30th, 2008
Era bom que eu estivesse aqui a escrever “as piores expectativas confirmaram-se”, isso quereria dizer que teria que remover um dente do siso.
Qual não foi a minha surpresa quando o meu dentista me confirmou esse diagnóstico, adornando-o um bocadinho mais com o acrescento de mais um dente do siso, ou seja, vou ter que remover simultaneamente dois dentes do siso.
Está já tudo marcado para amanhã e vou ter que tomar uma bateria de antibióticos reforçada para preparar esse belo momento.
Vão ser os dentes do siso do lado esquerdo, o superior e o inferior.
A consequência disso é que abordarei o novo ano como se tivesse experimentado um novo gadget de James Bond, para ser usado nesta época natalícia:

A Ragranada

Muito similar a uma típica rabanada, quando trincada pelo alvo rebentar-lhe-ia parte da boca.
Se calhar era mais rápido e sabia melhor.
Talvez não fosse fácil atingir um nível de eficácia que permita escolher qual os dentes que seriam rebentados, mas também não se pode ter tudo!
Fica a sugestão para os nosso investigadores de cirurgia dentária, ou para o SIS.

Programa de culto com utilidade

Dezembro 29th, 2008
Para desanuviar um bocadinho o clima, serve o presente post para comentar uma prenda natalícia que o meu grande irmão (não o programa, o meu irmão mesmo) me ofereceu.
O tão ansiado DVD de “O Tal Canal” foi uma bela surpresa no sapatinho e eu tenha a certeza que vou gostar imenso de rever este programa de culto, que tanto contribuiu para a minha incessante matraquilhada de parvoíces inter-neuroniais.
O que não estava nada à espera é que começasse a vê-lo nestas circunstâncias, em que, além do prazer que me vai dar, é muito útil que o tenha aqui acessível, porque senão não sabia MESMO o que haveria de fazer hoje à tarde.
A maior dificuldade será, certamente, conseguir parar, mas prometo que o faço para tomar os medicamentos.
Pela minha saúde!

A cereja em cima do bolo

Dezembro 29th, 2008
O que é que pode um homem pedir mais, para além de uma fortíssima dor de cabeça, enjôos, inflamação da garganta e congestionamento nasal?
Ora nem mais…
Uma valente dor no dente do siso!
Só me faltava esta maleitazinha para ter o ramalhete completo.
E o timing foi perfeito!
Mesmo quando já começava a ter tímidas melhoras e pensava que ia passar uma noite descansadinha, lá apareceu o senhor dente do siso, para lembrar que está lá e não está a ter a devida atenção.
Mas é nestas altura que eu me torno num tipo vingativo e amanhã (porque cheguei à conclusão que a comunidade dentista não quer nada com as marcações para 2ª feira – pelo menos à última da hora) já lhe vou dar o respectivo tratamento.
O que mais me preocupa é que o sistema nervoso também já conheceu melhores dias, porque estas ausências forçadas do trabalho nesta altura do ano, mexem comigo de forma muito severa.
A boa notícia é que… 2009 está quase aí! 😉

A minha fiel amiga

Dezembro 27th, 2008
Há quem chame ao bacalhau “o fiel amigo”.
Eu também tenho uma fiel amiga, e não é nenhuma bacalhoa, nem sequer uma Quinta da Bacalhoa.
A minha fiel amiga, desde há 5 meses para cá, é a minha cama.
Primeiro estive 3 meses com ela, de Agosto a Outubro, devido a uma hérnia discal, depois, em Novembro, regresso ao convívio da amiguinha por um fim-de-semana, agora vejo-me outra vez de regresso, novamente por causa de uma forte gripe.
Entre a cabeça a andar à roda, a temperatura alta, o congestionamento nasal, a garganta inflamada e a sensação de ter apanhado um enorme carga de pancada pelo corpo todo, o que me resta senão cultivar a amizade com esta fiel amiga, que nunca me abandonou nestas alturas?
Temos neste momento uma afinidade tal que, garanto-vos, já adivinho todos os seus movimentos.
Tenho até pena que ela não caiba no carro para, quando estiver bom, a levar comigo para o trabalho ou um dia a levar a passear, até à praia como eu tanto gosto.
Entretanto, parece que voltaram os delírios, estou novamente a ficar zonzo e estar em frente ao monitor põe-me os olhos a doer que vocês nem imaginam, portanto vou parar de escrever.