Utilidade pública de alguns cidadãos

Outubro 31st, 2008
Tenho desde tenra idade a teoria de que devia haver uma lei que consagrasse a utilidade pública de certas mulheres.
Era concerteza positivo para o País que mulheres como Soraia Chaves, Carla Matadinho, Rita Pereira, Cláudia Vieira, Raquel Loureiro, Diana Chaves e outras de adjectivação igualmente aeronáutica, estivessem disponíveis sexualmente, para a população masculina em geral concretizar as suas fantasias, enfrentar os seus receios, contornar os seus bloqueios.
Pensem comigo nas vantagens:
– Aumentava a produtividade das empresas (andava toda a gente contentinha e, provavelmente diminuíam as procuras na net e os mail’s de mulheres nuas).
– Diminuía concerteza o número anual de violações.
– Era uma maneira de pôr todos os homens a fazer exames regulares de saúde (factor indispensável para poderem aceder ao serviço), logo, melhoria do estado de saúde geral dos cidadãos.
– Reduzia a procura da prostuituição e baixava o preço desse mercado (que continuaria a ser ilegal e até deveria, a partir do início deste programa, passar a ser mais severamente penalizado).
– Descia o número de acidentes automóveis e de trabalho (porque os homens deixavam de sonhar acordados e de embasbacar completamente à passagem de uma mulher deste calibre).

Julgo que era importante que estas “Técnicas Oficiais de Sexo” (TOS) fossem pagas acima do nível dos gestores de topo das empresas públicas.
Por duas razões: primeiro para se sentirem recompensadas pelo seu desempenho, segundo porque os outros já andam a ser pagos para nos fo&€r e não nos dão nenhum prazer.

No início esta minha teoria era, confesso, bastante machista.
Mas hoje em dia já compreendo que isto só faria sentido se, da mesma forma, estivessem disponíveis os irmãos Guedes, o Rubin, o Paulo Pires e outros robustos espécimes masculinos (é-me mais difícil enumerar aqui e peço desculpa se estou a fazer mal as escolhas) para satisfazer as necessidades das nossas concidadãs.

Em sentido inverso, o estatuto de utilidade pública também podia ser usado na justiça.
Aqui, como forma de reprimir o banditismo, seria associada às penas a obrigação de satisfazer os desejos de algumas “carrascas” como Odete Santos, Ferreira Leite, Cláudio Ramos, Teresa Guilherme, Dina, José Castelo Branco ou Manuela Moura Guedes.

Para evitar uma longa lista de espera (porque seria espectável uma adesão massiva a este programa) era conveniente o recurso a TOS estrangeiras como Penélope Cruz, Tyra Banks, Salma Hayek, Angelina Jolie, Gisele Bündchen ou Scarlett Johansson para a área de saúde e Angela Merkel, Barbara Streisand, Rosie O’Donnell, Arantxa Sanchez Vicário ou Maria Mutola para o sistema judicial.

E pronto… está dada a minha importante contribuição de hoje.
Nada descabida pois não?